No filme Displaced Person (1954), Daniel Eisenberg trabalha a partir de curtos loops de um filme de Marciel Ophuls, o horror incompreensível da realidade hitleriana, articulando-o a dois regimes sonoros distintos, um quarteto de Beethoven e uma conferência de Lévi-Strauss. A história, a memória, o trauma, o urbanismo contemporâneo em suas representações e a questão das médias e seus efeitos são os sujeitos do cinema de Daniel Eisenberg.

oitava palestra Curso de Cinema Experimental: O Tempo das Imagens, ação promovida por B³ (bcúbico) com apoio da Diretoria de Memória, Educação, Cultura e Arte da Fundação Joaquim Nabuco.
10 Setembro 2013

Foto: Edson Barrus