MALCOLM LE GRICE :: Figura do Tempo
Cineasta dos mais importantes da cena inglesa desde os 60. Malcolm le Grice é pioneiro do “filme estrutural” na década de 1970, e apresentou seu primeiro vídeo e trabalho em computador na década de 1960. Com suas obras e escritos, Malcolm Le Grice é um agente do cinema experimental . Malcolm Le Grice explora as modalidades temporais, o tratamento e a apresentação das imagens tanto no momento do fazer como no momento da mostra. O tempo do registro e do tratamento das imagens são distintos do que elas descrevem. Estes tempos são freqüentemente excluídos no momento da projeção. Os loops, as permutações, as variações são elementos a partir dos quais novos agenciamentos das imagens podem acontecer fora da narração. Malcolm Le Grice trabalha com a realidade destes tempos diversos que são produzidos para/e dentro das imagens. A experimentação que motiva seu cinema (tela múltipla, performance ao vivo) encontra-se nos trabalhos com o computador a partir dos anos 70, e nos vídeos desde os 90. PROGRAMA abertura 15/06 17h visitação 15/06—30/07 quinta à sábado de 16 às 20h 11/07 19h — LE GRICE em contexto com trabalhos de Peter Gidal, William Raban, Annabel Nicholon, Gill Eatherley, David Crosswaite. 24/07 19h — The Implication of Digital Systems for Experimental Film Palestra da Malcom Le Grice na FUNDAJ Nascido em maio de 1940, Malcolm Le Grice iniciou como um pintor, mas, em meados de 1960, começou a fazer cinema e trabalhos no computador. Desde então, ele tem exposto regularmente na Europa e nos EUA e seu trabalho tem sido exibido em vários festivais internacionais de cinema. Ele também tem mostrado nas principais exposições de arte, como a Bienal de Paris N º 8, Arte Ingles Oggi, Milão, Une Histoire du Cinema, Paris, Documenta 6, Kassel, X-Screen, no Museu de Arte Moderna de Viena, e Por Trás dos Fatos no Fondació Joan Miró, Barcelona. Seu trabalho já foi exibido no Museu de Arte Moderna de Nova York, o Museu do Louvre, em Paris e Tate Britain. Em novembro de 2008 e outubro de 2012, ele exibiu instalações e performances no Tate Modern. Seus filmes e vídeos estão em coleções permanentes, incluindo: o Centre Georges Pompidou, em Paris, o Royal Belgian Film Archive, em Bruxelas, a National Film Library da Austrália, Canberra, German Cinamatheque Archive, Berlin, Canadian Distribution Centre, Montreal e Archives du Film Experimental de Avignon. Vários de seus filmes longas foram transmitidos na TV britânica, incluindo “Finnegans Chin” , “Esboços para uma Filosofia Sensual” e “Chronos fragmentados”. Seu principal trabalho desde meados da década de 1980 é em vídeo e mídia digital e inclui a instalação de vídeo em multi-projeção “O Ciclo...
O TEMPO DAS IMAGENS
Curso de cinema experimental, promovido por b³ através da aprovação do projeto pelo edital do Funcultura, com o apoio da diretoria de memória, educação, cultura e arte da Fundação Joaquim Nabuco, e se constitui de 13 palestras nas quais o cineasta e ensaista yann beauvais desenvolve temas sobre a imagem em movimento. LOCAL: Sala Aloisio Magalhães, na Fundaj – rua Henrique Dias, n° 609 – derby • Recife/PE Horário: 19hs às 22hs 23 de Abril 2013 19h Paul Sharits ou a ampliação do cinema Nasceu em 1943 e morreu em 1993. Paul Sharits é sobretudo conhecido como cineasta. Contudo, a sua prática não se limitou ao campo cinematográfico. A pintura, o desenho, a escultura e as performances têm uma forte presença em seu trabalho, freqüentemente ignorada e no entanto essencial se quisermos compreender a amplitude e singularidade de seu trabalho artístico. Ele foi um dos primeiros cineastas a ampliar o cinema para galeria com instalações e partituras. 07 de Maio 2013 19h Filmes de viagem entre turismo e colonialismo Peter Kubelka, Cécile Fontaine, Lisl Ponger… Do caderno de notas ao filme de viagem, os cineastas se interessam em mostrar os espaços e os lugares que eles descobrem. Os filmes refletem situações das quais os cineastas tiveram uma consciência tardia. A descoberta de lugares e habitantes marcam a fascinação de outro como exótico. 21 de Maio 2013 19h Su Friedrich e a questão da autobiografia Nasceu em 1954 investigou, ao longo dos anos 70, 80 e 90, novas formas de representação, misturando com a autobiografia estruturas formais que ela subverte, isto em busca de uma alternativa aos modelos patriarcais também dominantes no cinema de vanguarda. Com Peggy Ahwesh, Leslie Thorton, Su Friedrich participam da formidável explosão de uma nova geração de cineastas feministas américanas. Com Barbara Hammer, Jane Oxemburg, Pratibha Parmar, ela vai abrir novas possibilidades para afirmar uma estética lésbica. 28 de Maio 2013 19h Mudança do privado do cinema experimental a intenet O cinema experimental documentou a vida de uma pessoa, de um grupo. A irupção do vídeo aumentou esta produção pessoal. Com a democratização do acesso aos intrumentos de filmagem e a multiplicação de canais de televisão (livres, públicas…) para mostrar os trabalhos. A Internet vai ampliar este acréscimo na difusão e ao mesmo tempo refletir a transformação de noções do íntimo e do privado. 11 de Junho 2013 19h Os filmes de Mark Morrisroe Nasceu em 1959, moreu em 1989. Conhecido como um membro da escola de fotografia de Boston com Nam Goldin, Jack Pierson, Mark Morrisroe escolheu a Polaroid como instrumento privilegiado de seu trabalho para criar um tipo de fotografia onde o grafismo...
L A N Ç A M E N T O bcubico.com
Bcubico lança site em fase experimental com apoio do Funcultura —————— concebido pela Editora—Aplicação e estruturado por 3ecologias.net, bcubico.com é a plataforma arquivo voltada para as atividades realizadas pela iniciativa nos últimos dois anos.
Yann Beauvais interview with Anthony McCall
Yann Beauvais: In some of your early films such made after Line Describing a Cone (1973), Conical Solid (1974), (I can’t remember if that was the case with Partial Cone (1974), the rhythm were different; faster, and more using some flickering effects. The crossing and closed rotation of the cross was like a projection of the Maltese cross of the projector. Were you not satisfied with the type of spaces, lines configurations these speeds were conveying? Anthony McCall: The form in “Line Describing a Cone” is defined by a membrane of light that gradually traces the outer surface of the conical form; Conical Solid (1974, 10-minutes), made a year later, attempted to describe the same form, but from the inside. This becomes clear if we recall the final movement, the slowest in the film. A single, flat, triangular blade of light takes five seconds to rotate on its own axis (the axis running from the projector lens to the wall). During that rotation the blade passes through the entire internal space of an imaginary volumetric cone. If the blade of light had left a trace behind itself as it rotated, after five seconds we would have created in three-dimensional space a dense cone of white light—not just the outer surfaces, but the entire form. Hence the title “Conical Solid”. Of course, this cone is never there at any single instant, only incrementally and only in the mind. And the idea I have described gets a thorough workout because the film is composed of eight sequences. Each part rotates at a different speed, starting fast and ending slowly. To achieve the illusion of a smooth rotation, we need a minimum of 36 frames (one and a half seconds). But I begin with a rotation speed that is so fast that we only have four frames to define it. We perceive this as the rapidly pulsing cross you refer to. Gradually, the rotation speed slows down enough that a single rotating form becomes legible, but that isn’t until the last two or three movements. So the film is produced from a collision between the idea of the rotating plane and the limitations of the 24-frames-per-second film strip. The use of the cross in Conical Solid has reappear in later works using double lines configurations, or multi-projection such has in Doubling Back (2003) Between You and I (2006); are these works an extension of long Film for Four Projectors and Four Projected Movements (1974) Although both early and late works are based on membranes of light projected through three-dimensional space, “Doubling Back” (2003) and “Between You and I”...
VALIE EXPORT em contexto
A obra de VALIE EXPORT no campo do cinema e do vídeo deve ser pensada em relação com outras artistas que trabalham novas representações das mulheres. Com Carolee Schneemann, VALIE EXPORT compratilha a sua dimensão política e feminista, utilizando a performance, o filme e a multimídia como meios privilegiados que traduzem a singularidade de seu trabalho. Assim, as performances e seus registros enfatizam a importância das mulheres na constituição da performance como categoria da Arte. Exemplo que seguem esta mesma linha criativa : Marina Abramovic, Ana Mendieta, Yoko Ono, Gina Pane, Ewa Partum, e também, Letícia Parente e Yvonne Rainer …. VALIE EXPORT, assim como Lynda Benglis, Joan Jonas, Shigeko Kubota, Martha Rosler…, utilizaram o vídeo para suas possibilidades expressivas e formais . Juliana Dorneles, em trabalho recente, também mostra a importância do fazer feminista no Brasil contemporâneo. 16 de maio 19h http://www.youtube.com/watch?v=B3R2qCEFnUU Video http://www.youtube.com/watch?v=JGv7F_S-rYk registros: Edson...
Paul Sharits
15 de março de 2013 – 20 de abril de 2013 Paul Jeffrey Sharits (February 7, 1943, Denver, Colorado—July 8, 1993, Buffalo, New York) was a visual artist, best known for his work in experimental, or avant-garde filmmaking, particularly what became known as the structural film movement, along with other artists such as Tony Conrad, Hollis Frampton, and Michael Snow. Paul Sharits’ film work primarily focused on installations incorporating endless film loops, multiple projectors, and experimental soundtracks (prominently used in his film Shutter Interface, produced in 1975) recently shown at Greene Naftali Gallery in New York City (Feb 18—Apr 11, 2009).[citation needed] Sharits was born in Denver, Colorado, Colorado, and earned a B.F.A. in painting at the University of Denver’s School of Art where he was a protégé of Stan Brakhage. He also attended Indiana University in Bloomington, Indiana where he received an M.F.A. in Visual Design. In July 1960, he married Frances Trujillo Niekerk, and in 1965 they had a son, Christopher. They divorced in 1970. He was subsequently a teacher at the Maryland Institute College of Art, Antioch College, and SUNY Buffalo (where he was hired by Gerald O’Grady along with Tony Conrad and Hollis Frampton). Sharits’ works of the 1960’s, when he received the widest acclaim, included influential “flicker” films such as Ray Gun Virus, Piece Mandala/End War, N:O:T:H:I:N:G, T,O,U,C,H,I,N,G (featuring poet David Franks), and S:TREAM:S:S:ECTION:S:ECTION:S:S:ECTIONED. His works of the 70s were among the forerunners of contemporary installation art. Themes of violence permeate his work. His work is distributed by The Film-Makers’ Cooperative and Canyon Cinema. Son Christopher Sharits suggests on the memorial website that Sharits suffered from bipolar disorder.[1]...