Erwin Wurm Em Contexto
Oct22

Erwin Wurm Em Contexto

As obras de Wurm partilham fortes afinidades com o artista alemão Franz Erhard Walther, que de forma similar, descreve uma obra de arte como um evento interligado entre um corpo humano, um ato e um objeto. Alguns exemplos de Bas Jan Ader, Joseph Beuys, John Baldessari, William Wegman, Yoko Ono, Bruce Nauman, Gilber & George, Joseph Kosuth, Charles Ray e Roman Signei também mostram parentesco inegável. Com sua ênfase no processo em detrimento do resultado, Erwin Wurm continua explorando questões semelhantes às da Arte Conceitual ou Body Art em obras que apenas vivem na documentação. No dia 26 de setembro, Edson Barrus fala sobre os contextos e obras do artista Erwin Wurm, que está em exposição desde agosto em Bê Cúbico. S E R V I Ç O S WURM EM CONTEXTO, 26 de setembro, às 19h em Bê Cúbico. Rua Marquês do Herval, 202, 2º andar – 50.020-030 – Recife (PE) telefones: (81) 9830-2285 Acesse e acompanhe: https://www.facebook.com/BeCubico...

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cotidiano sensitivo: Ricardo Brazileiro
Oct20

cotidiano sensitivo: Ricardo Brazileiro

cotidiano sensitivo é um projeto de ‘software-hardware-site’ de experimentação em Internet das coisas, net.art (arte em rede) e dispositivos eco-reativos conectados em cidades do nordeste brasileiro. Kits de hardwares-sensores low tech e softwares livres de tempo-real instalados em espaços públicos da região nordeste coletam informações locais como temperatura, humidade, vento, ondas de calor, gases poluintes, ambiencia, biofotns e intensidade de luz e acionam dispositivos – câmeras e motores – para captura de imagens no instante das variações ambientais e envio dos dados para servidores em cloud computing. Os dados são sintetizados através da plataforma http://cotidianosensitivo. num sistema de portais com stopmotions das imagens capturadas e dados enviados dos dispositivos. além, as variações nos dados acionam motores de passo e servos a controlarem organismos-atuadores construídos em oficina que reagem a ambientes locais e em rede. desenvolvido sob plataformas livres como Java, Cloud Computing, jQuery, CSS, HTML5, Pure-Data, Arduino, open Hardwares e Sensores. Video Video...

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Grande Sala
Oct18

Grande Sala

FIG :: Festival de Inverno de Garanhuns e MAC/Olinda eRikm, Vaccum Festival de Inverno de Garanhuns Museu de Arte Contemporânea – MAC/Olinda A. McCall, Line Describing a Cone y. beauvais, Tu Sempre Chen Chieh-JEN, Lingch eRikm, Vaccum E. Barrus,...

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RE:Re:Combo
Oct14

RE:Re:Combo

  O Re:Combo foi uma experiência de produção de audiovisual coletiva e colaborativa que durou de 2002 até 2008. Começando sua atividade no Recife, como um grupo de produção musical, estendeu suas ações rapidamente para campos tão distintos quanto instalações, web art e remix de licenças de uso legais. Grupo de colaboração criativa, idealizado em Recife, o coletivo Re:Combo chegou a contar com cerca de 60 integrantes. Gente espalhada pelos 4 cantos do Brasil e outros países. A produção era discutida e organizada numa lista de discussão e via e-mail, ideias, trechos de músicas, imagens e pedaços de vídeos, circularam entre o segundo semestre de 2001 e fevereiro de 2008. Dia 22 de dezembro, 19horas, H.D. Mabuse, Haidée Lima e mais alguns membros remanescentes do coletivo, pela primeira vez desde o encerramento das suas atividades, em Bê Cúbico, encontram-se para um bate-papo com a exibição de farta documentação dos trabalhos do...

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Tempo das Imagens
Oct08

Tempo das Imagens

Ciclo de Cinema Experimental Ação promovida por B³ com apoio da Diretoria de Memória, Educação, Cultura e Arte da Fundação Joaquim Nabuco, apresenta um ciclo de 12 palestras de 2 a 3 horas cada, nas quais o cineasta e ensaísta yann beauvais desenvolve temas sobre a imagem em movimento. 23 de Abril 2013 Paul Sharits ou a ampliação do cinema Nasceu em 1943 e morreu em 1993. Paul Sharits é sobretudo conhecido como cineasta. Contudo, a sua prática não se limitou ao campo cinematográfico. A pintura, o desenho, a escultura e as performances têm uma forte presença em seu trabalho, freqüentemente ignorada e no entanto essencial se quisermos compreender a amplitude e singularidade de seu trabalho artístico. Ele foi um dos primeiros cineastas a ampliar o cinema para galeria com instalações e partituras. 07 de Maio 2013 Filmes de viagem entre turismo e colonialismo Peter Kubelka, Cécile Fontaine, Lisl Ponger… Do caderno de notas ao filme de viagem, os cineastas se interessam em mostrar os espaços e os lugares que eles descobrem. Os filmes refletem situações das quais os cineastas tiveram uma consciência tardia. A descoberta de lugares e habitantes marcam a fascinação de outro como exótico. 21 de Maio 2013 Su Friedrich e a questão da autobiografia Nasceu em 1954 investigou, ao longo dos anos 70, 80 e 90, novas formas de representação, misturando com a autobiografia estruturas formais que ela subverte, isto em busca de uma alternativa aos modelos patriarcais também dominantes no cinema de vanguarda. Com Peggy Ahwesh, Leslie Thorton, Su Friedrich participam da formidável explosão de uma nova geração de cineastas feministas américanas. Com Barbara Hammer, Jane Oxemburg, Pratibha Parmar, ela vai abrir novas possibilidades para afirmar uma estética lésbica. 28 de Maio 2013 Mudança do privado do cinema experimental a intenet O cinema experimental documentou a vida de uma pessoa, de um grupo. A irupção do vídeo aumentou esta produção pessoal. Com a democratização do acesso aos intrumentos de filmagem e a multiplicação de canais de televisão (livres, públicas…) para mostrar os trabalhos. A Internet vai ampliar este acréscimo na difusão e ao mesmo tempo refletir a transformação de noções do íntimo e do privado. 11 de Junho 2013 Os filmes de Mark Morrisroe Nasceu em 1959, moreu em 1989. Conhecido como um membro da escola de fotografia de Boston com Nam Goldin, Jack Pierson, Mark Morrisroe escolheu a Polaroid como instrumento privilegiado de seu trabalho para criar um tipo de fotografia onde o grafismo e a manipulação transformam a foto inicial. Ele documentou sua vida e seu mundo com os polaroids, com seus filmes super 8, as provocações ao bom gosto e as...

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Malcolm Le Grice em contexto
Oct08

Malcolm Le Grice em contexto

O trabalho de Malcolm Le Grice contextualizado com trabalhos de  David Crosswaite, Gill Eatherley,  Peter Gidal, Birgit & Wilhelm Hein, Annabel Nicholson e William Raban. Com filmes de: Annabel Nicholson : Slides , 1970, 11′ Gill Eatherley : Hand Grenade, 1971, cor, som,  8′ David Crosswaite : Film n°1, 1971, 10′ William Raban : Diagonal, 1973, cor, som Peter Gidal : Hall , 1968-69 , p&b, som, 8′ Birgit & Wilhelm Hein : Rothfilm , cor som, 1968 A mostra de filmes visa apresentar a vitalidade da cena inglesa nos 60’s e 70’s, muito dinâmica. A criação de uma cooperativa de distribuição de filmes e o laboratório da London Filmmakers Co-op estimula a produção e conversas entre os cineastas que trabalham a questão da materialidade do filme e desenvolvem o cinema expandido. Le Grice, cineasta dos mais importantes da cena inglesa desde os anos 60, é pioneiro do “filme estrutural” na década de 1970 e apresentou seu primeiro vídeo e trabalho em computador na década de 1960. Com suas obras e escritos, é um agente do cinema experimental. Em 13 de Outubro 1966, foi criado a London Filmmakers Cooperative na libraria Better Books em Londres. Bob Cobbing, Steve Dwoskin, Simon Hartog e Harvey Matusow, Jeffe Keen foram os fundadores desta cooperativa que parecia mais como um lugar mostrando filmes que um distribuidor de filmes experimentais. O modelo da cooperativa era a de Nova York iniciada pela irmãos Mekas em 1962. Um jornal Cinim foi lançado ao mesmo tempo que a possibilidade de distribuir filmes experimentais estrangeiros e em Inglês. Bob Cobbing organizava desde 1965, mostras de filmes experimentais na libraria Better Books eem  outros lugares. A Cooperativa mostrava filmes e nos anos seguinte a sua criação atraiu membros  como David Curtis (que programa no Drury Lane Arts Lab e depois na cooperativa desenvolveu setores no British Arts Council), e com jovens como Malcolm Le Grice e Peter Gidal. Até Agosto 67 as mostras de filmes estavam ocorrendo na Libraria Better Books. Com o impulso de Malcolm Le Grice e David Curtis incrementou um polo produtivo na cooperativa para permitir a produção de filmes experimentais na Inglaterra. Existia um cinema experimental em fase o com os movimento e a contra cultura seja na sexualidade, nas drogas e na política ou nas artes, com o assemblagem, as colagens, a destruição (devemos lembrar que em 1961, Gustav Metzger publicou o Manifesto : Auto-Destructive Art e em Setembro 1966, foi realizado o Destruction in Art Symposium, com intervenções e filmes de Yoko Ono, John Latham, Kurt Kren ). Artistas como Jeff Keen, John Latham, estavam trabalhado na tradição dadaista, anarquista, ou da Pop...

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